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quarta-feira, 23 de novembro de 2016




2º SEMINÁRIO DIREITOS HUMANOS E DIVERSIDADES
2º SEMINÁRIO DIREITOS HUMANOS E DIVERSIDADES
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2º SEMINÁRIO DIREITOS HUMANOS E DIVERSIDADES
Caso seja portador de deficiência, por favor informar para o e-mail grupo.matizes@yahoo.com.br
PROGRAMAÇÃO:

01 de dezembro (quinta)
  • 8h - Solenidade de Abertura
  • 8h30min - Conferência de Abertura: Combate à discriminação e às opressões em tempos de retirada de direitos - Pedro Luiz Montenegro (Advogado/Consultor em Políticas Públicas de Segurança e Direitos Humanos)
  • 10h30min– Palestra: A atuação do Conselho Nacional de Justiça na promoção dos Direitos Humanos Norberto Campelo (Conselho Nacional de Justiça)
  • 14h30min – Mesa-Redonda – Gênero e sexualidade: um debate necessário – Profª Drª Andrea Cronemberger Rufino (UESPI) e Fabíola Lemos (Socióloga e professora)
  • 16h30min – Debate: Onde o Estado guarda seu racismo? - reflexões sobre racismo institucional – Prof. Dr. Francis Musa Boakari (UFPI) e Profª Drª Assunção de Maria Sousa e Silva (UESPI)
02 de dezembro (sexta)
  • 8h30min – Palestra: Entre os saberes médico e jurídico: uma análise de discursos judiciais sobre a trasexualidade – Gabriel Rondon Rossi Louzada (Doutoranda em Direito pela Universidade de Brasília, pesquisadora da organização não-governamental Anis - Instituto de Bioética)
  • 10h30min – Palestra: Os direitos dos animais não-humanos – Elizabeth MacGregor (Diretora de Educação do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal)
  • 14h30min – Painel: Ações afirmativas em Direitos Humanos no Piauí - Profª Drª Bárbara Olímpia Ramos de Melo (UESPI), Profª MsC. Maria da Consolação Pitanga (Centro Universitário UNINOVAFAPI) e Profª MsC. Marta Lúcia de Mendonça Freitas (Faculdade Santo Agostinho)
  • 16h - Solenidade de premiação da defensoras(es) de Direitos Humanos
  • 17:30 - Encerramento

INVESTIMENTO:
- RAÇÃO ou MATERIAL DE LIMPEZA PARA A APIPA (no dia da abertura, quando será feita a confirmação das inscrições)

sexta-feira, 18 de março de 2016

Justiça concede registro inédito no PI a mães lésbicas do mesmo filho

Em decisão inédita no Piauí, a Justiça concedeu nesta quinta-feira (19) o registro de um filho a um casal de lésbicas - que preferiu ter a identidade preservada. Elas buscaram a maternidade através de métodos de reprodução assistida. O óvulo de uma foi cedido para gerar o bebê na barriga da outra. 

Marinalva Santana, do Grupo Matizes, com a decisão 
inédita no Piauí após ação movida pelo grupo

O desembargador Francisco Paes Landim Filho, corregedor-geral de Justiça do Piauí, deu caráter normativo à decisão. Com isso, todos os cartórios de registro civil do Estado terão de fazer o registro de qualquer criança nascida em condições semelhantes. Não será mais preciso ingressar com ação judicial para garantir esse direito.

“Como a decisão tem caráter normativo, todos os casos desse tipo já estarão assegurados quanto à resolutividade. Essa ação vanguardista contribui ainda mais para a quebra de paradigmas”, disse o corregedor.


O Grupo Matizes protocolou o pedido em outubro, depois do casal de homossexuais conseguir registrar o filho somente no nome da mulher que concebeu a criança. 

“Nossa assessoria jurídica protocolou na Corregedoria o pedido de providência para que fosse autorizada a inclusão da mãe que doou o óvulo que, do ponto de vista científico, também é mãe biológica”, explica Marinalva Santana, coordenadora do Grupo Matizes.

Da Redação
redacao@cidadeverde.com

quinta-feira, 10 de março de 2016

A festa "Eu gosto de Ser Mulher"


A voz  majestosa de Maria Bethânia ecoa os versos da canção de Marina Lima e Antonio Cicero:  Eu gosto de ser mulher/Que mostra mais o que sente/O lado quente do ser/Que canta mais docemente”. E para cantar, celebrar, dançar, exaltar as multiplicidades  do ser mulher, o Matizes realizará neste domingo (13/03) às 19h a festa “Eu gosto de Ser Mulher”. A atividade ocorrerá no Quiosque Cajueiro e será magnetizado com as atrações de Chamaelas + DJ. Laisinha Bombom.
A  festa “Eu gosto de (ser) mulher” é organizada pelo Matizes todos os anos, sempre no mês de março, e tem como objetivo dar visibilidade às lésbicas e mulheres bissexuais.
O duplo sentido da expressão “Eu gosto de/ser mulher” é proposital. “Nosso objetivo é reafirmar nossa condição de mulheres, que gostamos de ser o que somos e do que gostamos. Muitas pessoas pensam, equivocadamente, que lésbicas querem ser homens”, destaca a militante.
Nas suas primeiras edições, a festa acontecia em um tradicional cabaré da Zona Norte, a Lagoinha da Mãe Alda. “Era uma forma provocativa de pôr em xeque a hipocrisia de nossa sociedade”, comenta Marinalva, acrescentando que depois a festa passou a ser realizada em outros espaços.
Este ano, a festa também marca o lançamento do Seminário Nacional de Lésbicas e Mulheres Bissexuais (Senalesbi), que acontece pela primeira vez em Teresina, entre os dias 10 e 12 de junho. O SENALESBI é o mais importante  evento do segmento no Brasil. A expectativa da organização é receber 200 participantes, de  todos os estados do Brasil.

sábado, 3 de outubro de 2015

Mostra Transviada de Cinema: a Diversidade em cena

O mergulho visceral no mundo do cinema é uma possibilidade de reeducar o olhar sobre o cotidiano, a vida e suas ondulações, as relações sociais permeadas por toda sorte de luzes e sombras. O cineasta Orson Welles vaticinou acerca da força simbólica do universo fílmico: “Cinema não tem fronteiras nem limites e é um fluxo constante de sonho”. E para imprimir novos sonhos e olhares sobre a vida social, a 2ª Mostra Transviada  de Cinema #Diversidadenatela apresentará filmes  provocativos para refletir acerca de questões de gênero, homofobia, música e cultura popular.
O evento acontecerá dia 17/10 no espaço cultural Galpão do Dirceu a partir de 20h. a Mostra de Cinema exibirá os filmes ‘Quase Samba’, do mineiro Ricardo Targino, ‘Xiri meu – Eu não dou’, do cineasta maranhense Tairo Lisboa. O primeiro  aborda a vida de cidadãos comuns entremeados por esperanças, laços afetivos tensionados pelas relações de iniqüidades  de gênero, violência urbana. O segundo promove uma viagem no universo da artista musical Patativa: sambista maranhense autora de mais de 100 composições.
Como uma dos objetivos da ação cultural  é propiciar um espaço de socialização, de vivências e saberes sobre os temas  levantados pelos filmes, ativistas do movimento social farão bate-papo com o público. Carmen Kemoly, Mona e Ariadne problematizarão  sobre desigualdades sociorraciais e seus impactos nas interações socioculturais. Representantes do movimento LGBT também discutirão sobre as dores e delícias de conviver em uma sociedade fortemente carregada de preconceitos e discriminações homolesbotransfóbicos.
Ainda integram a programação do evento a intervenção do grafiteiro Hudson Melo. O artista performatizará o discurso polifônico entre cinema e artes plásticas. A adrenalina vai ferver com o magnetismo do DJ Maurício Munky, DJ Barão. Projeções e vídeo-instalações vão banhar os participantes em sensorialidades criativas.




Por Herbert Medeiros